VALLOUREC E SYNGULAR ASSINAM ACORDO PARA ACELERAR PROJETOS DE BIOENERGIA COM CAPTURA DE CARBONOBELGO REAPROVEITA 97% DOS RESíDUOS GERADOS E AVANçA EM EFICIêNCIA AMBIENTALLUíS OTáVIO DE LIMA | LIDERANçA QUE IMPULSIONA A NOVA MINERAçãOHENRIQUE CARBALLAL | “UMA MINERAçãO INCLUSIVA, SUSTENTáVEL E INOVADORA”RICHARD HARRIS | TECNOLOGIA COM FOCO EM VALOR REALFABRICANTE JAPONESA DE BATERIAS TORNA-SE ACIONISTA DA ST GEORGE MININGANDERSON BARANOV ANUNCIA QUE DEIXARá CARGO DE CEO DA NORSK HYDRO BRASILSAMARCO FIRMA PARCERIA COM CASA DOS VENTOS PARA AUTOPRODUçãO DE ENERGIA EóLICAVIRIDIS INAUGURA OFICIALMENTE PLANTA DE TERRAS RARAS EM MGBNDES QUER IMPULSIONAR MINERAçãO MARINHA E PREVê NOVOS INVESTIMENTOS EM MINERAIS CRíTICOSCMOC INCENTIVA PROJETO QUE CONECTA CRIANçAS à CULTURA E BIODIVERSIDADE DO CERRADOEXPORTAçãO DE NíQUEL SULFETADO DA ATLANTIC NICKEL CRESCE 26% EM 2026MINING INNOVATION SUMMIT 2026 REúNE LíDERES GLOBAIS DA MINERAçãO EM BELO HORIZONTEXCMG APRESENTA SOLUçõES COM IA E ENERGIA LIMPA EM EVENTO GLOBALHYDRO ALCANçA RECORDE HISTóRICO DE SEGURANçA EM MINA DE BAUXITA NO PARáSAMARCO SUPERA META AMBIENTAL COM 95,2% DE REAPROVEITAMENTO DE RESíDUOSEDUARDO ORBAN ASSUME COMO CEO DA MINERAçãO MORRO DO IPêPROJETO INTERNACIONAL PODE TORNAR HIDROGêNIO VERDE MAIS BARATO COM USO DE ALUMíNIOFAZENDA PROPõE SETORES QUE DEVERãO INFORMAR EMISSõES DE CARBONO A PARTIR DE 2027MINISTRO ALEXANDRE SILVEIRA RECEBE CEO GLOBAL DA MINERAçãO SERRA VERDEVALLOUREC E SYNGULAR ASSINAM ACORDO PARA ACELERAR PROJETOS DE BIOENERGIA COM CAPTURA DE CARBONOBELGO REAPROVEITA 97% DOS RESíDUOS GERADOS E AVANçA EM EFICIêNCIA AMBIENTALLUíS OTáVIO DE LIMA | LIDERANçA QUE IMPULSIONA A NOVA MINERAçãOHENRIQUE CARBALLAL | “UMA MINERAçãO INCLUSIVA, SUSTENTáVEL E INOVADORA”RICHARD HARRIS | TECNOLOGIA COM FOCO EM VALOR REALFABRICANTE JAPONESA DE BATERIAS TORNA-SE ACIONISTA DA ST GEORGE MININGANDERSON BARANOV ANUNCIA QUE DEIXARá CARGO DE CEO DA NORSK HYDRO BRASILSAMARCO FIRMA PARCERIA COM CASA DOS VENTOS PARA AUTOPRODUçãO DE ENERGIA EóLICAVIRIDIS INAUGURA OFICIALMENTE PLANTA DE TERRAS RARAS EM MGBNDES QUER IMPULSIONAR MINERAçãO MARINHA E PREVê NOVOS INVESTIMENTOS EM MINERAIS CRíTICOSCMOC INCENTIVA PROJETO QUE CONECTA CRIANçAS à CULTURA E BIODIVERSIDADE DO CERRADOEXPORTAçãO DE NíQUEL SULFETADO DA ATLANTIC NICKEL CRESCE 26% EM 2026MINING INNOVATION SUMMIT 2026 REúNE LíDERES GLOBAIS DA MINERAçãO EM BELO HORIZONTEXCMG APRESENTA SOLUçõES COM IA E ENERGIA LIMPA EM EVENTO GLOBALHYDRO ALCANçA RECORDE HISTóRICO DE SEGURANçA EM MINA DE BAUXITA NO PARáSAMARCO SUPERA META AMBIENTAL COM 95,2% DE REAPROVEITAMENTO DE RESíDUOSEDUARDO ORBAN ASSUME COMO CEO DA MINERAçãO MORRO DO IPêPROJETO INTERNACIONAL PODE TORNAR HIDROGêNIO VERDE MAIS BARATO COM USO DE ALUMíNIOFAZENDA PROPõE SETORES QUE DEVERãO INFORMAR EMISSõES DE CARBONO A PARTIR DE 2027MINISTRO ALEXANDRE SILVEIRA RECEBE CEO GLOBAL DA MINERAçãO SERRA VERDE
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Reforma tributária traz desafios para o setor de mineração

As mudanças decorrentes da reforma tributária no Brasil a partir de 2026 vão impactar as empresas de mineração e metais, especialmente a introdução do imposto seletivo sobre a atividade, com uma alíquota de 0,25% aplicada sobre o valor de todos os recursos minerais extraídos.

A nova tributação deve alterar o panorama operacional e estratégico do segmento, que vai enfrentar um cenário de custos adicionais no momento em que outros fatores influenciam transformações no setor em todo o mundo. A avaliação é do estudo global “Tracking the Trends 2025”, realizado anualmente pela Deloitte.

O imposto seletivo é cumulativo, o que significa que não gera créditos tributários que possam ser abatidos nas fases seguintes da produção ou comercialização. Assim, o novo custo direto deverá ser repassado ao preço final dos insumos, gerando um efeito cascata por toda a cadeia de valor, com repercussão para as indústrias que dependem desses recursos, como siderúrgica, metalúrgica, automotiva, entre outras.

Além disso, a reforma prevê o término gradual dos incentivos fiscais estaduais, que historicamente atraíram empresas da cadeia de suprimentos da mineração, como fabricantes de aço e alumínio, para determinadas regiões do país. A partir de 2029, esses benefícios serão progressivamente reduzidos até sua extinção em 2033.

Essa mudança deve provocar uma reavaliação da estratégia de localização e da malha logística das empresas, podendo gerar uma redistribuição geográfica dos investimentos no setor, conforme explica a sócia de VAT e Global Trade na Deloitte Brasil, Monique Teixeira L. de Almeida.

“Muitos empreendimentos foram instalados em determinadas regiões pelos incentivos fiscais que tornavam a operação economicamente viável e atrativa. Com o fim desses estímulos, as empresas devem considerar alternativas que permitam melhor acesso a mercados consumidores, portos, modais de transporte e centros industriais, reduzindo custos com frete e aumentando a eficiência da cadeia produtiva”, avalia.

O período de transição da reforma, que vai de janeiro de 2026 até o final de 2032, apresenta uma complexidade adicional. As empresas vão operar sob um sistema duplo de tributação, calculando simultaneamente o ICMS/ISS e o novo IBS.

“A necessidade de conformidade tributária ampliada exigirá o mapeamento de processos e a revisão de sistemas, avaliando se eles estão preparados para essa fase da reforma ou se requerem ajuste de processamento de informações para o compliance tributário. As empresas também devem verificar a gestão de custos, com impactos em toda a sua estrutura organizacional. Esse não é um desafio apenas para o time tributário, mas também para o de logística, suprimentos, jurídico, de TI e de outras áreas, por isso, demandará uma abordagem planejada e colaborativa”, orienta Monique Teixeira.

A especialista da Deloitte destaca que o investimento em novas tecnologias para serem incorporadas aos sistemas, como a inteligência artificial, e a preparação e treinamento de equipes profissionais são estratégias que ajudarão as mineradoras a superar os desafios.

“Essas ações serão essenciais para lidar com as novas exigências tributárias, reduzir custos, aumentar a eficiência operacional e não perder a competitividade no mercado internacional. Dessa forma, a conformidade tributária poderá ser tornar um pilar para a sustentabilidade das empresas e não um entrave ao desenvolvimento. A capacidade de antecipar e responder às mudanças, reavaliando modelos operacionais e estratégias de custos, será determinante para a resiliência dessas empresas”, destaca.

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O post Reforma tributária traz desafios para o setor de mineração apareceu primeiro em Revista Mineração.