
Presidente da AngloGold Ashanti na América Latina, Luís Otávio de Lima explica como a filosofia da empresa tem refletido em resultados concretos, que vão além da performance operacional
A grandes profundidades, onde tecnologia, segurança e precisão são determinantes, a liderança na mineração deixou de ser apenas operacional para assumir papel estratégico. Na AngloGold Ashanti esse movimento é evidente, especialmente no Brasil. Na mina Cuiabá, em Minas Gerais, que já ultrapassa 1.600 metros de profundidade, os desafios exigem decisões e investimentos orientados por tecnologia e inovação.
É nesse ambiente que atua o presidente da AngloGold Ashanti Latam, Luís Otávio de Lima. Com uma trajetória construída ao longo de quase sete anos na empresa — incluindo a liderança da própria operação Cuiabá —, o executivo detalha, em entrevista exclusiva à Revista Mineração & Sustentabilidade, os planos, resultados e desafios da Companhia.
À frente da operação latino-americana há cerca de 10 meses, Lima lidera uma região estratégica para o Grupo, que figura entre os maiores produtores de ouro do mundo.
Em um cenário marcado por incertezas econômicas e tensões geopolíticas, a AngloGold Ashanti tem atuado para sustentar a produção com disciplina financeira. Nesse contexto, a estratégia tem sido equilibrar disciplina de capital, eficiência operacional e captura de oportunidades. No Brasil, esse direcionamento se traduz em investimentos contínuos em segurança, inovação e modernização das operações, com destaque para o avanço de tecnologias como operações remotas, automação e uso de dados em tempo real.
Como as operações minerárias não estão dissociadas das estratégias de sustentabilidade, Lima frisa a busca da Companhia em consolidar um modelo de mineração responsável, capaz de gerar valor no longo prazo e impacto positivo nos territórios onde atua. Confira!
Confira a íntegra da entrevista exclusiva publicada em nossa edição impressa (acesse o link):
Edição 63 | Impressa | Março e Abril de 2026
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