ATLAS LITHIUM CONTRATA 71% DOS INVESTIMENTOS DO PROJETO NEVES, EM MGFERNANDA FERRANTE ASSUME DIRETORIA DE OPERAçõES DA ALCOA POçOS DE CALDASACLARA FECHA PARCERIA COM JAPãO PARA EXPLORAR TERRAS RARAS NO BRASILBNDES APROVA R$ 77,5 MILHõES PARA PROJETO DE TERRAS RARAS DA VIRIDIS EM MGSIGMA LITHIUM TEM MINA DE LíTIO PARALISADA PELA JUSTIçA EM MGFINEP AMPLIA PRAZO DE EDITAL DE R$ 215 MILHõES PARA PROJETOS DE MINERAIS CRíTICOS E ESTRATéGICOSFáBIO SCHVARTSMAN ASSUME COMANDO DA CSN SUBSTITUINDO BENJAMIN STEINBRUCHSENADO APROVA POLíTICA NACIONAL DE MINERAIS CRíTICOS E ESTRATéGICOS COM ATé R$ 7 BILHõES EM INCENTIVOSUSIMINAS PARALISA PLANTA DE MINERAçãO EM ITATIAIUçU (MG) E DEVE REDUZIR PRODUçãO EM ATé 35%ANGLOGOLD AVANçA NA REDUçãO DE EMISSõES, INVESTIMENTOS EM SEGURANçA E AçõES SOCIAISCBMM USA CIêNCIA DE DADOS E METALURGIA PARA AUMENTAR EFICIêNCIA DA INDúSTRIA SIDERúRGICANEXA CRIA PROTóTIPO DE CAPACETE INCLUSIVO PARA DIFERENTES TIPOS DE CABELOARCELORMITTAL ANUNCIA ATé R$ 5 BI PARA PRODUZIR AçO DE MAIOR VALOR AGREGADO NO ESWABTEC APRESENTA TECNOLOGIAS PARA MINERAçãO NA EXPOSIBRAM 2026LUNDIN MINING PREPARA EXPANSãO DA MINA CHAPADA COM PROJETO SAúVAEXPOSIBRAM 2026 BATE RECORDE E REúNE 106 MIL VISITANTES EM BELO HORIZONTE (MG)VOTORANTIM VENDE CONTROLE DA NEXA RESOURCES PARA SUECA BOLIDENANGLOGOLD REATIVA PLANTA EM NOVA LIMA E VOLTA A PROCESSAR 100% DA PRODUçãO NO BRASILGáS NATURAL REúNE TODAS AS CONDIçõES PARA ACELERAR COMPETITIVIDADE E DESCARBONIZAçãO DA MINERAçãOEXPOSIBRAM 2026: BRASIL MIRA PROTAGONISMO NA TRANSIçãO ENERGéTICA E SGB TERá ORçAMENTO DE R$ 300 MILHõESATLAS LITHIUM CONTRATA 71% DOS INVESTIMENTOS DO PROJETO NEVES, EM MGFERNANDA FERRANTE ASSUME DIRETORIA DE OPERAçõES DA ALCOA POçOS DE CALDASACLARA FECHA PARCERIA COM JAPãO PARA EXPLORAR TERRAS RARAS NO BRASILBNDES APROVA R$ 77,5 MILHõES PARA PROJETO DE TERRAS RARAS DA VIRIDIS EM MGSIGMA LITHIUM TEM MINA DE LíTIO PARALISADA PELA JUSTIçA EM MGFINEP AMPLIA PRAZO DE EDITAL DE R$ 215 MILHõES PARA PROJETOS DE MINERAIS CRíTICOS E ESTRATéGICOSFáBIO SCHVARTSMAN ASSUME COMANDO DA CSN SUBSTITUINDO BENJAMIN STEINBRUCHSENADO APROVA POLíTICA NACIONAL DE MINERAIS CRíTICOS E ESTRATéGICOS COM ATé R$ 7 BILHõES EM INCENTIVOSUSIMINAS PARALISA PLANTA DE MINERAçãO EM ITATIAIUçU (MG) E DEVE REDUZIR PRODUçãO EM ATé 35%ANGLOGOLD AVANçA NA REDUçãO DE EMISSõES, INVESTIMENTOS EM SEGURANçA E AçõES SOCIAISCBMM USA CIêNCIA DE DADOS E METALURGIA PARA AUMENTAR EFICIêNCIA DA INDúSTRIA SIDERúRGICANEXA CRIA PROTóTIPO DE CAPACETE INCLUSIVO PARA DIFERENTES TIPOS DE CABELOARCELORMITTAL ANUNCIA ATé R$ 5 BI PARA PRODUZIR AçO DE MAIOR VALOR AGREGADO NO ESWABTEC APRESENTA TECNOLOGIAS PARA MINERAçãO NA EXPOSIBRAM 2026LUNDIN MINING PREPARA EXPANSãO DA MINA CHAPADA COM PROJETO SAúVAEXPOSIBRAM 2026 BATE RECORDE E REúNE 106 MIL VISITANTES EM BELO HORIZONTE (MG)VOTORANTIM VENDE CONTROLE DA NEXA RESOURCES PARA SUECA BOLIDENANGLOGOLD REATIVA PLANTA EM NOVA LIMA E VOLTA A PROCESSAR 100% DA PRODUçãO NO BRASILGáS NATURAL REúNE TODAS AS CONDIçõES PARA ACELERAR COMPETITIVIDADE E DESCARBONIZAçãO DA MINERAçãOEXPOSIBRAM 2026: BRASIL MIRA PROTAGONISMO NA TRANSIçãO ENERGéTICA E SGB TERá ORçAMENTO DE R$ 300 MILHõES
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Norma brasileira do alumínio avança na ISO e pode se tornar padrão global até 2027

O Brasil tem ampliado sua relevância na definição de normas técnicas internacionais para o setor de alumínio e pode alcançar um marco inédito: transformar um padrão desenvolvido no país em referência global na ISO (Organização Internacional de Normalização). A iniciativa envolve diretrizes aplicadas à bauxita, principal matéria-prima utilizada na produção de alumínio.

A articulação brasileira é coordenada pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), que lidera a participação nacional por meio do Comitê Brasileiro do Alumínio (ABNT/CB-035). O colegiado técnico, gerido pela entidade desde 1998, reúne especialistas e empresas do setor para discutir e formular contribuições às normas internacionais.

Essa atuação permite ao país não apenas acompanhar as discussões globais, mas também influenciar diretamente a criação de regras que orientam a extração, a caracterização e a comercialização da bauxita. O protagonismo brasileiro se apoia em debates técnicos realizados na Comissão de Estudo de Minérios de Alumínio, coordenada por Rodrigo Domingos de Oliveira.

Além de propor novas diretrizes, o Brasil também tem atuado na revisão de normas sugeridas por outros países, com o objetivo de assegurar critérios técnicos equilibrados e evitar distorções que possam comprometer a competitividade no mercado internacional.

O reconhecimento desse trabalho abriu espaço para que especialistas brasileiros liderem projetos estratégicos dentro da International Organization for Standardization. Entre os nomes indicados pela ABAL estão Daniel Bortoleto e Flávio Vieira, responsáveis pela condução de duas propostas normativas relevantes para o setor.

Uma dessas propostas define os procedimentos para coleta de amostras representativas de lotes de bauxita, enquanto a outra estabelece os métodos de preparação dessas amostras. Em conjunto, as normas visam garantir maior precisão nos resultados de caracterização do minério, etapa considerada essencial para sua aplicação industrial e para a formalização de acordos comerciais.

Os dois projetos já passaram por consulta internacional, com participação de especialistas de diversos países, e avançam agora para a fase final de revisão e editoração. A expectativa é que as normas sejam publicadas até 2027, consolidando a primeira padronização global da indústria do alumínio originada no Brasil.

Segundo Denise Veiga, gerente da área técnica da ABAL e gestora do ABNT/CB-035, a presença do país nas discussões internacionais é estratégica para assegurar que os padrões globais reflitam as especificidades da produção nacional.

“A participação do Brasil na construção dessas normas é fundamental para garantir que os padrões internacionais sejam, de fato, técnicos e aplicáveis à realidade da indústria nacional. A bauxita brasileira possui diferenciais que permitem o aumento da produtividade em etapas subsequentes do processo, e tais diferenciais não podem ser desconsiderados em decorrência de padrões normativos pouco representativos”, destaca Denise Veiga.

Com essa atuação, o Brasil fortalece seu posicionamento como referência técnica no setor de alumínio, amplia sua influência em fóruns internacionais e contribui para o desenvolvimento de padrões mais consistentes e alinhados às demandas da indústria global.

 

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O post Norma brasileira do alumínio avança na ISO e pode se tornar padrão global até 2027 apareceu primeiro em Revista Mineração.