RECEITA DA VOTORANTIM CIMENTOS CRESCE 16% NO 2T26CSN MINERAçãO LUCRA R$ 219,4 MILHõES NO 2T26, ALTA DE 89,5% EM UM ANOVALE AMPLIA USO DE INTELIGêNCIA ARTIFICIAL NA MINERAçãO EM PARCERIA COM ABBALUNORTE REDUZ PRODUçãO DE ALUMINA PARA 50% APóS PROBLEMAS NO FORNECIMENTO DE GáSLARGO OBTéM AUTORIZAçãO DA ANM PARA PRODUZIR COBRE E OUTROS METAIS NA BAVALE ENFRENTA COBRANçA BILIONáRIA DA ANM NO RECOLHIMENTO DE ROYALTIESVALE CONCLUI REFORçO DA BARRAGEM NORTE LARANJEIRAS EM BARãO DE COCAIS (MG)NEXA REGISTRA LUCRO DE US$ 98 MILHõES NO 2T26 E AMPLIA EBITDA EM 78%GERDAU LUCRA R$ 1,5 BI NO 2T26 E REFORçA INVESTIMENTOS DE R$ 4,7 BI EM 2026CBA LUCRA R$ 410 MILHõES NO 2T26 E REGISTRA EBITDA RECORDEMINERAIS CRíTICOS PODEM GERAR R$ 192 BI AO PIB DO BRASIL ATé 2050, APONTA ESTUDOJAGUAR MINING PREPARA NOVA MINA DE OURO EM ONçA DE PITANGUI (MG)ARCELORMITTAL APRESENTA LUCRO DE US$ 683 MILHõES NO 2T26KINROSS REGISTRA LUCRO DE US$ 844 MILHõES NO 2T26VALE LUCRA R$ 6,85 BILHõES NO 2T26 E ELEVA PROJEçõES DE COBRE E NíQUELR$ 428 MILHõES: LUCRO DA USIMINAS DISPARA 236% NO 2T26ANGLO AMERICAN BRASIL DIVULGA RESULTADOS DO 1S26 COM RECORDE NO EMBARQUE DE MINéRIOMINERAçãO PREVê US$ 76,9 BI EM INVESTIMENTOS ATé 2030, COM FOCO EM MINERAIS CRíTICOSSETOR MINERAL CRESCE 8,2% E FATURA R$ 150,7 BILHõES NO 1º SEMESTRECASA DOS VENTOS E MOSAIC AMPLIAM PARCERIA COM AUTOPRODUçãO DE ENERGIA RENOVáVELRECEITA DA VOTORANTIM CIMENTOS CRESCE 16% NO 2T26CSN MINERAçãO LUCRA R$ 219,4 MILHõES NO 2T26, ALTA DE 89,5% EM UM ANOVALE AMPLIA USO DE INTELIGêNCIA ARTIFICIAL NA MINERAçãO EM PARCERIA COM ABBALUNORTE REDUZ PRODUçãO DE ALUMINA PARA 50% APóS PROBLEMAS NO FORNECIMENTO DE GáSLARGO OBTéM AUTORIZAçãO DA ANM PARA PRODUZIR COBRE E OUTROS METAIS NA BAVALE ENFRENTA COBRANçA BILIONáRIA DA ANM NO RECOLHIMENTO DE ROYALTIESVALE CONCLUI REFORçO DA BARRAGEM NORTE LARANJEIRAS EM BARãO DE COCAIS (MG)NEXA REGISTRA LUCRO DE US$ 98 MILHõES NO 2T26 E AMPLIA EBITDA EM 78%GERDAU LUCRA R$ 1,5 BI NO 2T26 E REFORçA INVESTIMENTOS DE R$ 4,7 BI EM 2026CBA LUCRA R$ 410 MILHõES NO 2T26 E REGISTRA EBITDA RECORDEMINERAIS CRíTICOS PODEM GERAR R$ 192 BI AO PIB DO BRASIL ATé 2050, APONTA ESTUDOJAGUAR MINING PREPARA NOVA MINA DE OURO EM ONçA DE PITANGUI (MG)ARCELORMITTAL APRESENTA LUCRO DE US$ 683 MILHõES NO 2T26KINROSS REGISTRA LUCRO DE US$ 844 MILHõES NO 2T26VALE LUCRA R$ 6,85 BILHõES NO 2T26 E ELEVA PROJEçõES DE COBRE E NíQUELR$ 428 MILHõES: LUCRO DA USIMINAS DISPARA 236% NO 2T26ANGLO AMERICAN BRASIL DIVULGA RESULTADOS DO 1S26 COM RECORDE NO EMBARQUE DE MINéRIOMINERAçãO PREVê US$ 76,9 BI EM INVESTIMENTOS ATé 2030, COM FOCO EM MINERAIS CRíTICOSSETOR MINERAL CRESCE 8,2% E FATURA R$ 150,7 BILHõES NO 1º SEMESTRECASA DOS VENTOS E MOSAIC AMPLIAM PARCERIA COM AUTOPRODUçãO DE ENERGIA RENOVáVEL
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ADL Mineração realiza primeiro embarque de terras raras para o Canadá

A ADL Mineração, companhia privada brasileira especializada em minerais estratégicos e elementos de terras raras, realizou seu primeiro embarque internacional de monazita, com destino ao Canadá. A operação representa um marco para o setor mineral nacional ao sinalizar a retomada da produção e exportação privada desse tipo de minério após anos de inatividade.

O último registro de exportação de monazita no Brasil ocorreu há sete anos e foi conduzido pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB), ligada ao governo federal. Desta vez, o protagonismo é do setor privado, o que reforça uma nova etapa para a indústria mineral no país.

A monazita tem ganhado crescente importância no cenário global devido ao seu papel estratégico em cadeias produtivas ligadas à transição energética, à indústria de alta tecnologia e ao setor de defesa. O mineral é utilizado na fabricação de ímãs permanentes de alta performance, telas eletrônicas, veículos elétricos, turbinas eólicas e aplicações em energia nuclear.

A expectativa da ADL Mineração é exportar entre 500 e 1.000 toneladas de monazita até o fim de 2026, atendendo mercados como Canadá, Estados Unidos e China. Para os próximos dois anos, a empresa projeta ampliar o volume exportado para cerca de 3 mil toneladas.

Segundo a CEO da companhia, Adelina Lee, a iniciativa representa um avanço significativo para o país. “A retomada da produção e, principalmente, da exportação de monazita é um marco histórico para o setor mineral brasileiro. Apesar de uma exportação pontual em 2019 pela INB, esta é a primeira vez em décadas que uma empresa privada nacional realiza esse movimento, ampliando a relevância do Brasil na cadeia global de suprimentos de tecnologias estratégicas”, afirma.

A executiva destaca ainda que a evolução do ambiente regulatório nos últimos anos foi determinante para viabilizar a operação. De acordo com ela, o setor mineral brasileiro atingiu maior maturidade, permitindo que empresas privadas estruturadas atendessem às exigências regulatórias, técnicas, ambientais e de segurança necessárias para esse tipo de atividade.

 

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