
A AngloGold Ashanti está apresentando na 11ª edição da Modernos Eternos BH uma série de iniciativas que evidenciam o potencial dos co-produtos do ouro em aplicações ligadas à arte, ao design, à arquitetura e à economia circular. A programação inclui joias autorais, tintas desenvolvidas com pigmentos naturais oriundos da mineração e uma agenda de palestras voltadas ao reaproveitamento de recursos.
Patrocinadora da mostra por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a companhia utiliza o evento para demonstrar soluções que unem inovação, sustentabilidade e valorização do patrimônio cultural de Minas Gerais. A Modernos Eternos BH acontece entre os dias 16 de junho e 12 de julho, na Escola Estadual Pedro II, em Belo Horizonte (MG), reunindo profissionais e projetos relacionados à arquitetura, ao design e à preservação histórica.
Entre os destaques da participação da AngloGold Ashanti está a exposição de joias criadas por designers convidados a partir de co-produtos do ouro. As peças integram o ambiente conceito da empresa, projetado pelo arquiteto Cássio Gontijo, e exploram temas como identidade cultural, transformação, memória e território.
O público poderá conhecer obras como o Colar Konfetti, assinado por Leonardo Rotsen; a joia-escultura “Lemniscata: Entre a Matéria e a Forma”, de Sérgio Stark; um brinco em ouro rosé com pedra bruta criado por Ana Maria Diniz e Zilda Santiago; além do Anel Arcadia, desenvolvido por Laura Carvalho.
Outra iniciativa apresentada durante a mostra é a tradicional Ação Street. Em parceria com a Dacapo Revestimentos, a AngloGold Ashanti colaborou no desenvolvimento de tintas produzidas a partir de pigmentos naturais derivados de co-produtos do ouro. Os materiais serão aplicados tanto em obras artísticas quanto em ambientes da exposição, demonstrando novas possibilidades para o uso sustentável de materiais provenientes da mineração.
A programação inclui ainda trabalhos das Bordadeiras de Caeté e da Casa das Tecelãs de Brumal. Inspiradas pelo Ciclo do Ouro e pelo patrimônio cultural mineiro, as peças utilizam técnicas artesanais como bordado livre, crochê, macramê, bainha aberta e tapeçaria, valorizando conhecimentos tradicionais transmitidos entre gerações.
Também integram a mostra os adornos em vidro produzidos pela artista Regina Medeiros. As obras foram inspiradas em ferramentas utilizadas no garimpo e contam com aplicação de ouro em sua composição, reforçando a conexão entre patrimônio, arte e atividade mineral.
Segundo Fernando Cláudio, diretor-geral do Instituto AngloGold Ashanti, a iniciativa reforça o compromisso da empresa com a inovação e a sustentabilidade. Para ele, a busca por novas aplicações para materiais oriundos da mineração contribui para o desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo em que promove a valorização da cultura e dos saberes locais.
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