VALE CONCLUI 80% DAS DESCARACTERIZAçõES EM ITABIRA (MG) E ENCERRA NíVEIS DE EMERGêNCIALUCRO DA CBA CRESCE 367% E ATINGE R$ 616 MILHõES NO 3T26MAIARI RUCKERT DA TECNOKOR ASSUME PRESIDêNCIA DE CâMARA SETORIAL DA ABIMAQGOVERNO PREVê R$ 1,2 BILHãO ATé 2030 PARA AMPLIAR PESQUISAS E EXPLORAçãO MINERALJAGUAR MINING VAI REVISAR PROJETO DE OURO APóS NEGATIVA DE LICENçA AMBIENTALCSN NEGOCIA VENDA DE UNIDADE DE CIMENTOS POR R$ 12,7 BILHõESVALE RECEBE LICENçA PARA AMPLIAR PROCESSAMENTO DA MINA FAZENDãO EM MGRECEITA DA NEXA CRESCE 23% E CHEGA A US$ 937 MILHõES NO 3T26VALE REGISTRA QUEDA DE 53% NO LUCRO DO 3º TRIMESTRE, APESAR DE ALTA NA RECEITAKINROSS REGISTRA LUCRO DE US$ 583 MILHõES NO 3T26 APóS REDUZIR PROJEçãO DE PRODUçãOGLENCORE E CNGR COMPRAM CINCO ANOS DA PRODUçãO DE NíQUEL DO PROJETO JAGUARVALE VAI AMPLIAR REAPROVEITAMENTO DE REJEITOS DE MINéRIO DE FERRO EM MGGERDAU TEM LUCRO LíQUIDO DE R$ 1,52 BILHãO NO 3T26, ALTA DE 39,7%RECICLAGEM DE ALUMíNIO GANHA IMPORTâNCIA ESTRATéGICA DIANTE DE DéFICIT GLOBALPILAR GOLD RETOMA OPERAçõES EM GOIáS E MIRA AUMENTO DA PRODUçãOBHP E CODELCO AVALIAM POTENCIAL DE DEPóSITO DE COBRE PRóXIMO à ESCONDIDADECRETO SOBRE MINERAIS CRíTICOS é AGUARDADO POR INVESTIDORESPRODUçãO DA SAMARCO CRESCE 4% NO 3T26 E ATINGE MAIOR NíVEL DESDE RETOMADAANM DESTINA R$ 10,38 MILHõES à MODERNIZAçãO DA FISCALIZAçãO DE BARRAGENSALCOA LUCRA US$ 483 MILHõES NO 3T26, CRESCIMENTO DE 108%VALE CONCLUI 80% DAS DESCARACTERIZAçõES EM ITABIRA (MG) E ENCERRA NíVEIS DE EMERGêNCIALUCRO DA CBA CRESCE 367% E ATINGE R$ 616 MILHõES NO 3T26MAIARI RUCKERT DA TECNOKOR ASSUME PRESIDêNCIA DE CâMARA SETORIAL DA ABIMAQGOVERNO PREVê R$ 1,2 BILHãO ATé 2030 PARA AMPLIAR PESQUISAS E EXPLORAçãO MINERALJAGUAR MINING VAI REVISAR PROJETO DE OURO APóS NEGATIVA DE LICENçA AMBIENTALCSN NEGOCIA VENDA DE UNIDADE DE CIMENTOS POR R$ 12,7 BILHõESVALE RECEBE LICENçA PARA AMPLIAR PROCESSAMENTO DA MINA FAZENDãO EM MGRECEITA DA NEXA CRESCE 23% E CHEGA A US$ 937 MILHõES NO 3T26VALE REGISTRA QUEDA DE 53% NO LUCRO DO 3º TRIMESTRE, APESAR DE ALTA NA RECEITAKINROSS REGISTRA LUCRO DE US$ 583 MILHõES NO 3T26 APóS REDUZIR PROJEçãO DE PRODUçãOGLENCORE E CNGR COMPRAM CINCO ANOS DA PRODUçãO DE NíQUEL DO PROJETO JAGUARVALE VAI AMPLIAR REAPROVEITAMENTO DE REJEITOS DE MINéRIO DE FERRO EM MGGERDAU TEM LUCRO LíQUIDO DE R$ 1,52 BILHãO NO 3T26, ALTA DE 39,7%RECICLAGEM DE ALUMíNIO GANHA IMPORTâNCIA ESTRATéGICA DIANTE DE DéFICIT GLOBALPILAR GOLD RETOMA OPERAçõES EM GOIáS E MIRA AUMENTO DA PRODUçãOBHP E CODELCO AVALIAM POTENCIAL DE DEPóSITO DE COBRE PRóXIMO à ESCONDIDADECRETO SOBRE MINERAIS CRíTICOS é AGUARDADO POR INVESTIDORESPRODUçãO DA SAMARCO CRESCE 4% NO 3T26 E ATINGE MAIOR NíVEL DESDE RETOMADAANM DESTINA R$ 10,38 MILHõES à MODERNIZAçãO DA FISCALIZAçãO DE BARRAGENSALCOA LUCRA US$ 483 MILHõES NO 3T26, CRESCIMENTO DE 108%
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Lucro da CBA cresce 367% e atinge R$ 616 milhões no 3T26

Avanços na siderurgia

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) apresentou crescimento expressivo de seus indicadores financeiros no terceiro trimestre de 2026 (3T26), com lucro líquido de R$ 616 milhões, alta de 367% na comparação anual. O resultado, o maior já registrado pela companhia em um trimestre, reflete a combinação de preços mais favoráveis do alumínio, maior eficiência operacional e ganhos financeiros associados à antecipação de obrigações.

O lucro também superou em 50% o resultado obtido no segundo trimestre deste ano. Parte relevante desse desempenho decorreu de um benefício líquido de R$ 315 milhões relacionado à renegociação de compromissos de Uso do Bem Público (UBP).

A receita líquida consolidada somou R$ 2,7 bilhões entre julho e setembro, crescimento de 18% em relação ao 3T25 e novo recorde trimestral. O segmento de alumínio concentrou R$ 2,5 bilhões desse montante, com expansão anual de 19%.

A companhia também registrou EBITDA ajustado de R$ 565 milhões, avanço de 142% na comparação anual. A margem EBITDA ajustada passou de 10% para 21%, evidenciando a melhora da rentabilidade operacional.

O indicador foi favorecido pelo desempenho do negócio de alumínio e pela diminuição das perdas relacionadas aos contratos futuros e derivativos de energia. O impacto negativo desses instrumentos recuou de R$ 208 milhões para R$ 47 milhões em um ano.

Preços internacionais sustentam desempenho 

A valorização do alumínio no mercado internacional teve papel importante na expansão das receitas da CBA.

Na London Metal Exchange (LME), o preço médio do metal foi de US$ 3.226 por tonelada no terceiro trimestre, aumento de 23% em relação ao mesmo intervalo de 2025.

Na comparação com o 2T26, entretanto, houve queda de 9,7% nas cotações. Mesmo assim, os preços continuaram em patamares elevados, influenciados pelos baixos estoques internacionais, pela recuperação gradual do consumo chinês e pelas restrições de oferta fora da China.

A combinação de preços mais favoráveis e participação elevada de produtos de maior valor agregado contribuiu para a expansão do faturamento do segmento de alumínio.

CBA reduz custo de produção e mantém estabilidade operacional

A produção de alumínio líquido da companhia totalizou 94 mil toneladas no terceiro trimestre, crescimento de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior e estabilidade frente ao 2T26.

O custo médio de produção caiu para R$ 11.845 por tonelada, redução anual de 2,3% e menor patamar desde os três primeiros meses de 2025.

A redução foi impulsionada, principalmente, pela maior geração própria de energia elétrica, que apresentou crescimento de 15% na comparação anual.

Com esse desempenho, a CBA conseguiu atender 100% das necessidades de energia de suas operações de produção de alumínio durante o trimestre, reduzindo a exposição a custos energéticos externos.

O volume total de vendas permaneceu em 132 mil toneladas, estável em relação ao 3T25 e 1% superior ao trimestre imediatamente anterior.

As vendas de alumínio primário alcançaram 73 mil toneladas, das quais 80% corresponderam a produtos de maior valor agregado. Já o segmento de produtos transformados comercializou 31 mil toneladas.

A reciclagem respondeu por outras 28 mil toneladas, crescimento anual de 8%, acompanhando a maior procura por alumínio reciclado e os avanços operacionais da atividade.

As exportações também ganharam espaço na composição comercial da companhia, alcançando 15% das vendas, três pontos percentuais acima da participação registrada um ano antes.

Geração própria de energia fortalece competitividade

O negócio de energia da CBA registrou receita líquida de R$ 146 milhões entre julho e setembro, aumento de 4% em relação ao 3T25.

A expansão foi sustentada pela maior disponibilidade de energia para comercialização, resultado do crescimento de 15% na geração própria.

A autossuficiência energética alcançada na produção de alumínio também contribuiu para a redução do custo industrial e para o desempenho operacional consolidado.

Dívida líquida recua 16%

Na gestão financeira, a CBA concluiu a renegociação e liquidação antecipada de obrigações de Uso do Bem Público (UBP), com base na Lei nº 15.235/2025.

A transação exigiu desembolso líquido de R$ 262 milhões e resultou em benefício econômico de R$ 526 milhões, reconhecido no resultado financeiro da companhia.

Após os efeitos tributários, o ganho líquido foi de R$ 315 milhões. Embora tenha provocado saída de recursos no trimestre, a operação reduziu compromissos futuros de caixa.

A dívida líquida encerrou setembro em R$ 2,8 bilhões, valor 16% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior.

A relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado dos últimos 12 meses, utilizada para medir a alavancagem financeira, diminuiu de 2,45 vezes no 3T25 para 1,38 vez no 3T26. No segundo trimestre deste ano, o indicador estava em 1,68 vez.

A melhora dos indicadores financeiros, acompanhada pela estabilidade dos volumes comercializados e pela redução dos custos industriais, marcou o desempenho da CBA no período.

 

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