ANGLOGOLD REATIVA PLANTA EM NOVA LIMA E VOLTA A PROCESSAR 100% DA PRODUçãO NO BRASILGáS NATURAL REúNE TODAS AS CONDIçõES PARA ACELERAR COMPETITIVIDADE E DESCARBONIZAçãO DA MINERAçãOEXPOSIBRAM 2026: BRASIL MIRA PROTAGONISMO NA TRANSIçãO ENERGéTICA E SGB TERá ORçAMENTO DE R$ 300 MILHõESEXPOSIBRAM 2026 COMEçA NESTA SEGUNDA (24) COM DEBATES SOBRE FUTURO DA MINERAçãO E GEOPOLíTICALHG MINING DESTINA R$ 21,5 MILHõES PARA COMPENSAçãO AMBIENTAL EM CORUMBá (MS)REPARAçãO: 19 NOVOS MUNICíPIOS ADEREM A ACORDO E TERãO ACESSO A R$ 2,6 BILHõESTERRAS RARAS: VIRIDIS PLANEJA INVESTIR US$ 449 MILHõES NO PROJETO COLOSSUS EM MGVALE APRESENTA ESTUDO PARA DESTRAVAR MINERAçãO BRASILEIRA E GERAR 2,3 MILHõES DE EMPREGOS ATé 2035BRAZILIAN RARE EARTHS PREVê US$ 969 MILHõES PARA PROJETO DE TERRAS RARAS NA BABHP TEM LUCRO DE US$ 9,83 BILHõES NO ANO FISCAL DE 2026, ALTA DE 9%AUSENCO ABRE INSCRIçõES PARA PROGRAMA DE TRAINEE 2027 EM BELO HORIZONTE (MG)VALE ABRE MAIS DE 450 VAGAS PARA ESTáGIO TéCNICO EM CINCO ESTADOSSAMARCO REGISTRA ALTA DE 23% NAS VENDAS NO 2T26 E MANTéM PRODUçãO ELEVADASIGMA LITHIUM TEM RECEITA RECORDE DE US$ 55 MILHõES NO 2T26RECEITA DA VOTORANTIM CIMENTOS CRESCE 16% NO 2T26CSN MINERAçãO LUCRA R$ 219,4 MILHõES NO 2T26, ALTA DE 89,5% EM UM ANOVALE AMPLIA USO DE INTELIGêNCIA ARTIFICIAL NA MINERAçãO EM PARCERIA COM ABBALUNORTE REDUZ PRODUçãO DE ALUMINA PARA 50% APóS PROBLEMAS NO FORNECIMENTO DE GáSLARGO OBTéM AUTORIZAçãO DA ANM PARA PRODUZIR COBRE E OUTROS METAIS NA BAVALE ENFRENTA COBRANçA BILIONáRIA DA ANM NO RECOLHIMENTO DE ROYALTIESANGLOGOLD REATIVA PLANTA EM NOVA LIMA E VOLTA A PROCESSAR 100% DA PRODUçãO NO BRASILGáS NATURAL REúNE TODAS AS CONDIçõES PARA ACELERAR COMPETITIVIDADE E DESCARBONIZAçãO DA MINERAçãOEXPOSIBRAM 2026: BRASIL MIRA PROTAGONISMO NA TRANSIçãO ENERGéTICA E SGB TERá ORçAMENTO DE R$ 300 MILHõESEXPOSIBRAM 2026 COMEçA NESTA SEGUNDA (24) COM DEBATES SOBRE FUTURO DA MINERAçãO E GEOPOLíTICALHG MINING DESTINA R$ 21,5 MILHõES PARA COMPENSAçãO AMBIENTAL EM CORUMBá (MS)REPARAçãO: 19 NOVOS MUNICíPIOS ADEREM A ACORDO E TERãO ACESSO A R$ 2,6 BILHõESTERRAS RARAS: VIRIDIS PLANEJA INVESTIR US$ 449 MILHõES NO PROJETO COLOSSUS EM MGVALE APRESENTA ESTUDO PARA DESTRAVAR MINERAçãO BRASILEIRA E GERAR 2,3 MILHõES DE EMPREGOS ATé 2035BRAZILIAN RARE EARTHS PREVê US$ 969 MILHõES PARA PROJETO DE TERRAS RARAS NA BABHP TEM LUCRO DE US$ 9,83 BILHõES NO ANO FISCAL DE 2026, ALTA DE 9%AUSENCO ABRE INSCRIçõES PARA PROGRAMA DE TRAINEE 2027 EM BELO HORIZONTE (MG)VALE ABRE MAIS DE 450 VAGAS PARA ESTáGIO TéCNICO EM CINCO ESTADOSSAMARCO REGISTRA ALTA DE 23% NAS VENDAS NO 2T26 E MANTéM PRODUçãO ELEVADASIGMA LITHIUM TEM RECEITA RECORDE DE US$ 55 MILHõES NO 2T26RECEITA DA VOTORANTIM CIMENTOS CRESCE 16% NO 2T26CSN MINERAçãO LUCRA R$ 219,4 MILHõES NO 2T26, ALTA DE 89,5% EM UM ANOVALE AMPLIA USO DE INTELIGêNCIA ARTIFICIAL NA MINERAçãO EM PARCERIA COM ABBALUNORTE REDUZ PRODUçãO DE ALUMINA PARA 50% APóS PROBLEMAS NO FORNECIMENTO DE GáSLARGO OBTéM AUTORIZAçãO DA ANM PARA PRODUZIR COBRE E OUTROS METAIS NA BAVALE ENFRENTA COBRANçA BILIONáRIA DA ANM NO RECOLHIMENTO DE ROYALTIES
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Brasil recicla 97,3% das latas de alumínio, mas cenário internacional ameaça competitividade

O Brasil alcançou a marca de 16 anos consecutivos com índices de reciclagem de latas de alumínio superiores a 96%, consolidando-se como referência global e um modelo bem sucedido de economia circular. Somente em 2024, 97,3% das latas de alumínio para bebidas foram recicladas no país, o equivalente a 33,9 bilhões de unidades ou 417,7 mil toneladas de material reaproveitado.

Os dados são da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e da Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas), consolidados pela Recicla Latas. Apesar das latas representarem um recorte do sucesso da economia circular, o desempenho da reciclagem de alumínio no Brasil abrange diversos produtos e fluxos de sucata.

Em 2024, cerca de 1 milhão de toneladas de produtos de alumínio consumidos no Brasil – equivalente a 57% do total – veio de metal reciclado, quase o dobro da média global (28%). Esses números mostram que a reciclagem vai muito além das latas, reforçando o protagonismo da indústria nacional na economia circular e no abastecimento do mercado interno com material reciclado.

Grande parte desse desempenho está relacionado ao pioneirismo da indústria brasileira do alumínio que, desde a década de 1990, vem investindo em rede própria de coleta e capacidade de reciclagem, criando infraestrutura para que fabricantes e envasadores cumpram seus compromissos de logística reversa previstos na PNRS, vigente desde 2010.

Com o tempo, a colaboração do setor privado se integrou às políticas públicas e metas formais de logística reversa, fortalecendo-se por meio de parcerias estratégicas e engajamento social.

A cadeia da reciclagem inclui fabricantes, recicladores, cooperativas e catadores – muitos deles empreendedores que veem nessa atividade uma fonte relevante de renda e oportunidade de ascensão econômica.

Para a presidente-executiva da ABAL, Janaina Donas, este resultado confirma o alumínio como aliado estratégico da economia circular e da descarbonização.

“O pioneirismo da indústria brasileira transformou resíduos em valor, garantindo competitividade, segurança de suprimento, ganhos ambientais e sociais, além de posicionar o Brasil como referência global em circularidade”, afirma.

Se por um lado o Brasil tem avançado no desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao aperfeiçoamento da gestão de resíduos, dos sistemas de logística reversa, além da criação de instrumentos que incentivam a circularidade, aumentam o conteúdo reciclado de produtos e promovem a rastreabilidade, os acontecimentos no cenário global ameaçam desestabilizar uma das maiores vantagens competitivas do país.

A guerra tarifária e a crescente disputa internacional por metal reciclado – impulsionada pela busca por produtos de menor intensidade de carbono – criam um ambiente de arbitragem comercial que beneficia apenas intermediários internacionais, que se aproveitam da especulação e não têm compromisso com a industrialização, geração de emprego, renda ou metas de descarbonização do Brasil.

“Esses agentes de arbitragem não investem em transformação industrial nem contribuem para o fortalecimento da cadeia nacional. Enquanto isso, a indústria brasileira, que construiu uma infraestrutura robusta para alimentar um ciclo virtuoso de circularidade, observa com preocupação a saída de um insumo estratégico, que volta ao país como produto importado de maior valor agregado, comprometendo competitividade, metas climáticas e o desenvolvimento local”, alerta Janaina Donas.

O cenário reforça a necessidade de políticas públicas e instrumentos que garantam rastreabilidade e valorização da sucata no mercado interno, permitindo que o Brasil continue a liderar a reciclagem de forma sustentável, gerando empregos, renda e reduzindo a pegada de carbono de sua produção industrial.

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