
A Mineração Rio do Norte (MRN) renovou as certificações ASI Performance e ASI Cadeia de Custódia (CoC), concedidas pela Aluminium Stewardship Initiative (ASI), organização internacional que estabelece padrões de sustentabilidade para a indústria do alumínio. O reconhecimento confirma que a empresa continua atendendo aos requisitos globais de desempenho ambiental, social e de governança, além de garantir a rastreabilidade da bauxita produzida em suas operações no oeste do Pará.
A renovação foi obtida após auditoria independente conduzida pelo Bureau Veritas Certification (BVC), entidade credenciada pela ASI. Durante a avaliação foram examinados processos ligados à gestão ambiental, governança corporativa, relacionamento com comunidades ribeirinhas e quilombolas, recuperação de áreas mineradas, gestão de riscos e controle da cadeia de custódia.
Certificada pela ASI desde 2021, a MRN reforça, com a nova recertificação, seu compromisso com uma mineração baseada em transparência, responsabilidade socioambiental e melhoria contínua.
De acordo com o gerente-geral de Gestão, Desempenho, Risco e Controles Internos da MRN, Wvagno Ferreira, a certificação de Cadeia de Custódia garante que toda a produção de bauxita seja monitorada e segregada corretamente ao longo da cadeia produtiva. Já a certificação Performance comprova o atendimento aos critérios relacionados ao meio ambiente, direitos humanos, saúde e segurança, ética e governança.
“A recertificação comprova que seguimos padrões internacionais de sustentabilidade e que rastreamos toda a produção da bauxita, desde a extração até o embarque. Isso oferece mais segurança, transparência e confiabilidade para toda a cadeia produtiva”, afirma.
Segundo a empresa, a renovação das certificações é resultado da evolução de seus processos internos, incluindo melhorias na gestão de riscos e crises, aperfeiçoamento da governança corporativa, ampliação da transparência das informações e fortalecimento do relacionamento com comunidades e demais partes interessadas.
Também foram considerados o programa “MRN pra Todos“, voltado ao diálogo com stakeholders, e a Due Diligence de Direitos Humanos.
Para o CEO da companhia, Guido Germani, manter as certificações demonstra o compromisso permanente da empresa com uma atuação responsável na Amazônia.
“Operar na Amazônia exige responsabilidade permanente. Essa certificação demonstra que buscamos melhorar continuamente nossos processos e manter nossas operações alinhadas aos principais padrões internacionais de sustentabilidade“, afirma.
Durante a auditoria, foram analisados aspectos como o relacionamento contínuo com comunidades vizinhas, os investimentos em reflorestamento e recuperação de áreas mineradas, os sistemas de governança e integridade, a gestão de riscos e a rastreabilidade da bauxita desde a extração até o embarque, assegurando transparência e confiabilidade em toda a cadeia produtiva.
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